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sábado, 5 de junho de 2010
Como detectar e evitar problemas conjugais
Por mais que o evitemos, não existe nenhuma relação duradoura que não tenha os seus problemas. Ora são elas que nos dão cabo do juízo, ora somos nós que não as ouvimos. Ambas as partes têm sempre culpa e ambas terão de as resolver. O que é necessário é identificar o problema e eliminá-lo. Ou pelo menos tentar.
Quais são os problemas mais comuns numa vida a dois?
1.Lide da casa – Meus senhores, já lá vai o tempo em que o trabalho da mulher era cuidar da casa e dos filhos. Evitam-se tantos (mas tantos) problemas se trabalharmos em conjunto no sentido de limpar e arrumar a casa, que nem vale a pena pensar não o fazer. Para além de dividir o trabalho, pode até ser uma actividade que ajuda a quebrar a monotonia. Porque não fazê-lo em conjunto e…pausar de vez em quando para uma “escapadela” amorosa?
2.Frequência das relações sexuais – Com o passar do tempo, o fulgor inicial das relações sexuais do casal começam a perder alguma chama. É normal. Não podemos é deixar apagar essa chama e tornar o sexo como algo mecânico. Faça mais vezes ou menos vezes mas sempre com qualidade. Lembre-se de que o prazer dela é o seu prazer também.
3.Desleixo físico – Sim, acontece. Tanto os homens como mulheres, depois de casar ou começar a viver junto perdem a vontade e a necessidade de cuidar de si. Deixam de fazer exercício físico, abusam na alimentação e conjugam todo um tipo de factores que conduz a um estilo de vida sedentário, e a uma condição física degradada. Como “os olhos também comem”, este problema é facilmente evitável. Façam exercício em conjunto, equilibrem a alimentação e tornem a actividade física numa rotina divertida e, porque não, saudavelmente competitiva.
4.Vontade de ter filhos – Quando um não quer, dois não dançam. A ideia de que apenas as mulheres sonham em ter filhos e os homens ficam de pé atrás com a ideia, é de outros tempos. Aliás, isso pode ser comprovado facilmente quando questionado aos homens de hoje em dia. Se está naquela fase em que pensa que é muito novo para ter filhos, pense ao contrário: que idade terá você quando eles acabarem a formatura? Se é ela que não quer, faça-lhe ver o quão bom é a vida maternal. A satisfação, o carinho e amor recebido deverão ser apelativos para ela, pelo menos, pensar melhor sobre o assunto.
5.Problemas financeiros – Difícil este problema. Mas, para além do problema conjugal que se pode instalar, existem outros problemas que podem advir desta lacuna. Cavalheirismo sim, mas não em excesso. Dividam as contas e as despesas. Deixe que ela pague uma ou outra vez o jantar romântico. Falem das possibilidades monetárias e não cometam demasiados excessos – não vivam acima das vossas capacidades. Lembre-se de que este é um problema como outro qualquer: o diálogo é imprescindível para o ultrapassar.
6.Combater o tédio conjugal – Quando todo um conjunto de factores se conjuga, damos de caras com um problema grave: o tédio. Não há fulgor nem vivacidade no relacionamento e tudo parece aborrecer. Uma vida a dois não convém ter muitos momentos destes. Descubra as maravilhas que uma quebra de rotina pode fazer: experimente novos hobbies, faça viagens, cometa loucuras de cariz mais íntimo nos sítios mais incomuns, saia à noite, visite parques de diversão…a vida nunca pode ser monótona durante muito tempo quando, do nosso lado, está a nossa alma gémea.
A vida é feita de altos e baixos. Mas estamos todos de acordo quando dizemos que é curta demais para que os altos não sejam muitos mais do que os baixos. E cabe-nos a nós fazer a magia acontecer.
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